terça-feira, 14 de maio de 2013

O Caso das máscaras de chumbo

3845488812617611 Você já ouviu falar do polêmico Caso das máscaras de chumbo?

Quem não gosta de uma boa “teoria da conspiração” que jogue a primeira pedra. Principalmente, se essas teorias tiverem relação com vida extraterrestre e com objetos voadores não identificados (OVNIS); nesse caso, a curiosidade é quase sempre muito maior que o medo do que pode ser revelado.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Experimente - O Fechar dos Olhos

Encontrei elas na minha jaqueta um dia, num pacotinho com um bilhete dizendo: "Experimente". Duas cápsulas azuis.


Julguei que seria alguma brincadeira idiota dos meus amigos drogados da rua de baixo. Nós experimentamos praticamente todas as drogas acessíveis, sempre em busca da viagem mais louca, psicodélica, mais forte, intensa, demorada.


Dimetiltriptamina, Ácido, algumas merdas experimentais que um cara vendia para nós, um pouco caro demais. Essas merdas acabaram comigo... Eu viajava que eu era pó caindo do meu teto. Durou umas oito horas. Acabou. Totalmente. Comigo.

Bem, de qualquer jeito, de volta as pílulas, elas tinham um estranho 17 laranja imprimido nelas. Procurei por elas online mas não achei nada. Guardei-as no meu armário e fui dormir.

sábado, 6 de abril de 2013

O Açougueiro do Saco

Hoje falo de um caso medonho que um velhinho uma vez me contou perto da estação de trem em 2007, enquanto eu fazia um projeto onde eu ficava sentado em uma cadeira com uma placa "Conte-me sua História". Eu gravava todas as conversas, para talvez usar em um futuro projeto. Contarei pela narração dele que transcrevi, pois não achei necessário polir nada do que ele disse.

O Açougueiro do saco: Um serial Killer medonho!

"Tudo aconteceu na época que eu tinha 16 anos, 1914. Na época, a cidade estava crescendo um pouquinho, na verdade já era uma cidade "grande", eu saí para ir a casa de minha professora particular, como fazia todos os dias, mas, quando cheguei lá, estranhei o tanto de pessoas que estavam em volta da pracinha próxima a casa dela.

Ignorei aquilo tudo e fui até a casa de minha professora Andrea, um doce de mulher, lembrava muito minha mãe pela aparência européia e que ela também me chamava de pequenino.

Porém, ao parar em frente a casa dela, notei um rastro de sangue que seguia da outra ponta da rua, passava em frente a casa dela e seguia até a pracinha, pensei que fosse algum animal que tivesse se machucado feio e rumado até a praça aonde tivesse morrido, isso explicaria aquele montante de gente em volta da pracinha.

Toquei a campainha uma vez, ninguém atendeu, deixei passar alguns minutos, toquei a campainha novamente, ouvi passos, que eram do salto preto que ela usava, ela abriu a porta e aos prantos me abraçou dizendo:

-Pequenino, hoje foi um dia horrível! - soluçava Andrea em prantos.

-Mas, por que professora?

-Minha irmã Acácia, foi morta nesta praça. Me desculpe, mas hoje não poderei te dar as aulas, diga ao seu pai que compenso as aulas perdidas no final de semana. - ela fechou a porta e eu ainda ouvia suas lamúrias.

Eu fui até a praça aonde todas aquelas pessoas estavam paradas, algumas dizendo palavras que muito tempo depois descobri que eram palavrões, e outras diziam que aquilo não poderia ter sido feito por um humano em sã consciência.

Ao conseguir passar por todas aquelas pessoas pra ver o que era, me deparei com uma cena nojenta demais, que me levou a correr o máximo dali e quando parei de correr me ajoelhei perto da beira da calçada e me pus a vomitar.

Um saco de lixo grande aberto aos rasgos, com diversas partes do corpo da mesma pessoa, uma mulher, decapitada, esquartejada e com todos os órgãos internos para fora. Consegui perceber que aquela deveria ser a irmã de minha professora, pois já havia visto ela algumas vezes que fui á aula e ela estava lá trazendo uma sacola de pães e uma sacola com exatos 6 biscoitos importados que ela comprara pra mim.

Cheguei em casa, expliquei apenas o que minha professora havia dito, fui ao meu quarto e me pus a chorar.

O Palhaço te observa

1980 - Madrid, Espanha.
Um circo não muito pequeno começava a abrir suas portas para o mundo do espetáculo de baixo orçamento. Mas, com motivação, originalidade e muitos risos em seus espetáculos, eles alcançaram o sucesso. Juan Rafael Perez, o apresentador do circo, era muito querido entre o pequeno público que cada vez aumentava mais.

O espetáculo mais amado e favorito de todos era o do “Quarteto Sorriso”, um grupo de quatro palhaços: Juan, José, Raul e Roberto. Eles eram os melhores e sempre estavam dispostos a fazer qualquer tipo de truque, sem temor, pelo prazer de escutar as risadas do público.

Era raro que um grupo de palhaços tenha muitos admiradores, mas o que é mais raro é que um destes palhaços tenha obscuridade atrás de sua maquiagem.